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26/01/2015 - 01:48h

Mais um ano de cursinho ou faculdade privada?

Todos os anos, milhões de estudantes que não conseguem uma vaga na tão sonhada faculdade pública enfrentam esse dilema. Confira orientações de especialistas

Mais um ano de cursinho ou faculdade privada? A rotina da estudante Juliana Andrade, 20 anos, se repete há quatro anos. Ela acorda às 7 horas da manhã, estuda em casa das 8h às 12h30, assiste às aulas no cursinho entre 14h00 e 18h30 e, à noite, revisa os conteúdos discutidos nas aulas até às 22h30. Tanta dedicação tem um motivo: Juliana sonha em cursar engenharia civil em uma universidade pública do país.

A primeira tentativa foi no final de 2011. Ela não passou e entrou no cursinho. Na segunda tentativa, a jovem teve de encarar um dilema comum a muitos estudantes brasileiros: foi aceita em uma faculdade privada, mas reprovada no vestibular da universidade pública. A estudante resolveu continuar tentando — e assim o fez por mais dois anos. “Conseguir uma vaga em uma faculdade pública, de preferência a Escola Politécnica da USP, se tornou um objetivo de vida pra mim”, diz a estudante.

Na semana passada, o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) recebeu 2,7 milhões de inscrições de estudantes. Eles concorrem a pouco mais de 200.000 vagas no ensino superior público. Na segunda fase da Fuvest, 27.471 estudantes disputaram por 11.177 vagas para os concorridos cursos da Universidade de São Paulo (USP). Ou seja, nas próximas semanas, milhões de candidatos poderão enfrentar o mesmo dilema de Juliana: fazer cursinho ou matricular-se na faculdade privada?

Com a ajuda de professores e outros especialistas em educação, VEJA.com elaborou um guia para ajudar o vestibulando a sair dessa encruzilhada. Confira:

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Quando nunca se fez cursinho

 

 

O aluno que concluiu o ensino médio sem ter feito cursinho pré-vestibular não tem motivo para se desesperar com uma reprovação, já que, ao contrário do cursinho, o ensino médio não aborda com tanta ênfase os temas que costumam aparecer nos vestibulares. Além disso, os especialistas lembram que a experiência do cursinho pode ser positiva para o estudante que ainda está em dúvida quanto à escolha da profissão. “Durante o ano de cursinho, ele pode amadurecer melhor essa decisão", diz Roberto Moraes, coordenador do cursinho Anglo.

Quando o aluno sabe que cometeu um erro na preparação

 


 

Segundo os professores, encarar um segundo ano de cursinho pode ser essencial para o desenvolvimento acadêmico e pessoal do aluno. “O aluno costuma ir para o segundo ano muito mais focado e determinado, pois já passou por um período de amadurecimento”, diz Roberto Moraes, coordenador do cursinho Anglo.



Quando a instituição pública oferece o curso mais adequado

 

 

Segundo os especialistas, o candidato deve avaliar o curso antes de escolher a faculdade. “O estudante deve pesquisar as grades curriculares dos cursos, levando em consideração todos os critérios, desde horário das aulas à localização da instituição”, diz Alessandra Venturi, do Cursinho da Poli.



Quando o candidato ainda não tem certeza do curso

Segundo os professores, é muito comum que os estudantes não tenham êxito no vestibular pelo simples fato de que estão optando pelo curso errado. “O estudante precisa ser criterioso e avaliar se a escolha da carreira não tem influência dos pais ou de modismos. Esse é sempre o primeiro passo antes de realizar as provas nos vestibulares”, diz Alessandra Venturi, orientadora educacional do Cursinho da Poli.



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Quando o curso escolhido é reconhecido no mercado

 

 

Algumas faculdades particulares oferecem cursos tão bons ou até melhores que seus equivalentes em instituições públicas. "Essa avaliação pode ser feita através de indicadores educacionais e avaliação da faculdade no mercado de trabalho", diz Ernesto Martins Faria, coordenador de projetos da Fundação Lemann. A ideia é que o estudante escolha um curso de qualidade em uma faculdade de excelência, que não precisa necessariamente ser pública. Há cursos de gradução em instituições privadas de alta qualidade em áreas como administração e economia, por exemplo, muito bem cotados no mercado de trabalho, lembram os especialistas.



Quando a instituição particular tem um curso mais adequado

 

 

Segundo os especialistas, o candidato deve avaliar as grades curriculares dos cursos e buscar o mais adequado às suas ambições profissionais. “Dependendo da faculdade em que o estudante cursa pedagogia, por exemplo, ele pode ter um olhar mais privado ou público. A área em que deseja atuar pode afetar diretamente a escolha”, diz Andressa Venturi, do Cursinho da Poli.



Quando o sonho é dos pais e não do aluno

 

 

"Se o aluno não for o principal interessado no curso, o rendimento nos vestibulares é prejudicado”, diz Alessandra Venturi, orientado educacional do Cursinho da Poli. “Para garantir o sucesso em um vestibular, é preciso estar 100% focado e motivado na escolha do curso e da faculdade.”



Quando o aluno tem histórico de fraco rendimento escolar

 

 

Quando o aluno apresenta um histórico de baixo rendimento escolar e fraco desempenho nas tentativas do vestibular ou Enem, é preciso fazer uma autoavaliação. "Se o estudante já reconheceu seus erros, buscou novas estratégias e mesmo assim não obteve sucesso, ele pode considerar faculdades privadas como opção", diz Ernesto Martins Faria, especialista em análises de indicadores educacionais. Falhas seguidas podem, inclusive, afetar a autoestima do estudante.



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Fonte: Veja


1 comentário(s)

Comentários


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    Enviado por asSams7x59k5
    /CE - Brasil (em 08/08/2016)

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